terça-feira, 26 de junho de 2012

Linha dura para exploração sexual infantil

O senador Eunício Oliveira (PMDB/CE) relatou,  favoravelmente na comissão que preside, a de Constituição, Justiça e Cidadania, importante projeto de lei assinado por seu colega e correligionário Renan Calheiros (AL). A matéria estende a todos os 'facilitadores' da exploração sexual infantil e juvenil  - proprietários ou gerentes de hotéis,  móteis, bares etc -  a mesma punição que o estatuto da Criança e do Adolescente destina a quem se envolve diretamente nesse crime repugnante. O projeto estabelece, ainda, que a União deverá colaborar com os governos estaduais e as prefeituras em campanhas institucionais educativas periódicas contra a exploração sexual de menores. E as iniciativas do Estado ou da sociedade civil - a exemplo de sindicatos e associações de empresários de hotelaria e alimentação -  que contribuam para esse combate terão seu mérito reconhecido por um selo indicativo conferido pelo Poder Público. Por último,  a proposta de Renan, apoiada por Eunício e aprovada unanimemente na CCJ do Senado, insere na Política Nacional de Turismo a obrigação de "prevenir e combater as atividades turísticas relacionadas à exploração sexual, especialmente de crianças e adolescentes".

Jorge Salomão sobe ao palco com Eu não sou um poeta, sou um malabarista

O poeta e agitador cultural Jorge Salomão  anda a todo vapor com os ensaios do espetáculo Eu não sou um poeta, sou um malabarista, que estreia dia 7, às 19h,  no  Teatro do Parque das Ruinas, em Santa Teresa, no  Rio.

A guerra da Praça III

O Instituto Estadual do Ambiente concedeu ontem a Licença de Instalação para as obras da Linha 4 do metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) na Zona Sul do Rio. Na região, serão construídas quatro novas estações (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental e Gávea) e um túnel subterrâneo da Gávea à Praça General Osório. A previsão é de que as obras sejam iniciadas em julho de 2012, após autorização da Prefeitura do Rio. A turma que defende a Praça Nossa Senhora da Paz ainda não desistiu de lutar.

Dente por dente

Nos Estados Unidos, uma adolescente de 13 anos teve o cabelo cortado em pleno  Tribunal como punição por ter feito o mesmo com uma criança de três anos. A mãe da adolescente prestou queixa contra o juiz.

Deborah Secco de olho na moda

Deborah Secco marcou presença nesta terça-feira, 26,  na  44ª Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios,  a Francal 2012, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
Foto  Francisco Cepeda / AgNews

Mundo dos sonhos

A loja de brinquedos Ri Happy, recém-adquirida pelo fundo de investimento Carlyle, comprou a concorrente PBKids.

Pirataria

A Microsoft foi condenada, pela 3ª turma do STJ, a indenizar empresa de serviços técnicos em R$ 100 mil por abuso do direito de fiscalização em um caso de pirataria de software.

Prícipa Albert cai no samba na Lapa

O príncipe Albert de Mônaco passou pelo Rio Scenarium na última quinta-feira. Animado, sambou com uma mulata e tocou chocalho com a bateria da Unidos da Tijuca.
Foto Rodrigo Verçoza

Itiberê Zwarg lança CD com show no Rio

Itiberê Zwarg, um dos responsáveis pela renovação da música instrumental, lança seu novo trabalho Identidade, com o Itiberê Zwarg e Grupo, nos dias 27 e 29 de junho, respectivamente no palco do Teatro Rival e na Lona Cultural Municipal Hermeto Pascoal.

Para Collor a Rio+20 foi vitória da esperança

Discursando no senado, Fernando Collor(PTB-AL) afirmou que a Rio+20 representa uma vitória da esperança sobre o derrotismo e da perserverança sobre a inércia. A seu ver, se a Eco-92, realizada quando Collor era Presidente da República, foi a última grande conferência mundial do século 20 sobre meio ambiente e desenvolvimento, a rio+20 foi a primeira megaconferência do atual milênio.
- A Eco-92 foi um ponto de chegada. A Rio+20 foi um ponto de partida", salientou. Collor observou que apesar do boicote do chamado G7, a Rio+20 serviu para reafirmar os principais pontos da Eco-92 e garantir seu legado. Especialmente quando afirma os compromissos comuns, mas diferenciados, e não permite a revisão dos acordos tratados e convenções já firmadas. Collor agradeceu as homenagens que recebeu da ONU e do governo da presidente Dilma, pelos 20 anos da Eco-92.