quinta-feira, 23 de maio de 2013

Entre a Terra e o Céu

O luxo e a arte marcaram a apresentação das joias exclusivas da designer Maria João Bahia, ontem , no Palácio de São Clemente, no Rio de Janeiro. A criatividade da joalheira portuguesa encantou os convidados, em sua primeira exposição individual no Brasil. As joias, em materiais nobres e pedras preciosas, compõem sua última coleção, Entre a Terra e o Céu - uma analogia ao espaço sideral e ao sentido orgânico da terra.
No período em que se comemora o Ano de Portugal no Brasil, o suntuoso palácio que abriga o Consulado Geral de Portugal foi o cenário perfeito para mostrar o trabalho de Maria João Bahia, uma das mais respeitadas designers de joias de autor da Europa. As mais de 100 peças, entre joias e objetos de decoração, propõem uma modernidade atemporal, com qualidade estética e elegância, valorizadas em cada detalhe pela produção irretocável de Kátia d’Avillez.
- Gostaria muito de ter as minhas joias no mercado de luxo brasileiro. A primeira peça que vendi, no início de minha carreira, foi para uma brasileira, esposa de um diplomata do Brasil, afirma Maria João Bahia.
Ao lado dos anfitriões, o cônsul-geral de Portugal no Rio, Nuno Bello e sua  Ana, a designer Maria João Bahia recebeu Gisella Amaral, Ana Clara Hermann, Susi Cantarino, Angelique Chartouny, Paulo Reis, Chicô Gouveia, Maria José Prior, Leiloca Neves, Ana Belocci, Maria Anísia Buffara, Waleska de Carvalho, Mafalda Horta e Costa, Ana Helena Barbará, a cônsul de Portugal no Equador, Monica Loaiza, e a consulesa de Portugal na Alemanha, Maria Luz Amarciegas, entre outros convidados.
Durante a exposição Entre a Terra e o Céu, da renomada designer portuguesa Maria João Bahia, foi realizada uma ação em benefício da Associação Saúde Criança Responder, que presta assistência a crianças em risco social. Uma peça de decoração em prata, produzida pela artista especialmente para a ocasião, foi sorteada entre aqueles que fizeram doação à ONG. Fotos Vera Donato
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José Simão na berlinda


A  3ª vara Cível de Indaiatuba/SP determinou que o jornal Folha de S. Paulo e o colunista José Simão excluam de sites, blogs ou qualquer forma de veiculação eletrônica, texto publicado no dia 22 de setembro do ano passado no caderno Ilustrada, em que Simão cita nome de ex-candidata à vereadora da cidade.  A autora da  ação reivindicou indenização, sob o argumento de que os réus estariam veiculando texto ofensivo à sua moral. Requereu, também, a imediata exclusão do conteúdo considerado ofensivo. Na coluna em questão, José Simão - que é responsável também  por uma coluna de humor,  diária,  na rádio Band News FM -  satirizou o nome utilizado pela ex-candidata em campanha de 2012: Alzira Kibe Sfiha.
De acordo com a juíza  Camila Castanho Opdebeeck, que considerou procedente o pedido de exclusão do texto, a publicação apresenta risco de prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação á honra da pessoa. Para ela, "é preciso considerar a compatibilização, pelo princípio da proporcionalidade, do direito fundamental de liberdade de expressão com o direito à imagem da pessoa".
De acordo com  a Folha de S. Paulo, a decisão já foi cumprida, mas o jornal irá recorrer.

Saúde

Indicado pelo  ministro da Saúde,  Alexandre Padilha, o coordenador de pós-graduação do INCA, Luís Felipe Ribeiro Pinto, foi eleito por unanimidade pelos  membros da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer,  como representante do Brasil na Organização Mundial de Saúde (OMS). O Brasil é o único país da América Latina entre as 24 nações que fazem parte do conselho de governança da IARC. Falando no INCA, dados alarmantes foram liberados  esta semana pela instituição:  Em função do HPV, a cada ano aumenta o números de pessoas com câncer de boca, útero, vagina e ânus. E 6 mil homens sofrem amputação de pênis em decorrência da doença.