segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Obra de Luis Hu Rivas para testar conhecimentos espíritas

A editora Boa Nova criou um jeito inovador para que seus leitores testem os conhecimentos sobre Espiritismo. Um Quiz espírita desenvolvido por Luis Hu Rivas contendo 36 desafios, 300 perguntas, caça palavras e  teste de memória,  que vão desde Allan Kardec e Chico Xavier até noções sobre o Céu e o Inferno, abrangem diversas áreas do conhecimento da Doutrina e podem ser realizados de forma individual ou em grupo. O sumário facilita a compreensão e a distribuição de cada item. As alternativas para cada pergunta estão divididas em quatro opções e todas as respostas podem ser encontradas ao final do livro. Ideal para aqueles que querem testar suas aptidões nas curiosidades e conceitos do Espiritismo bem como para o que
estão em fase de aprendizado. Editora: Boa Nova - Autor: Luis Hu Rivas -
44 páginas - Preço: R$ 12,90.

Deputada cria Lei para que boletos da Cedae tragam inscrição pedindo a população para economizar água

A partir de agora, as faturas da Cedae terão de trazer uma mensagem de conscientização em relação ao Rio Paraíba do Sul. Publicada nesta segunda-feira  no Diário Oficial, a Lei 6.946/14, da deputada Inês Pandeló (PT), determina que os boletos tragam a seguinte inscrição: "A água que você consome vem em grande parte da Bacia do Rio Paraíba do Sul. Economize. Preserve".
Para a deputada, a lei visa a conscientizar a população da importância da bacia hidrográfica do Paraíba do Sul. “O Rio Paraíba do Sul já se encontra em estado crítico do ponto de vista ecológico, com as suas margens assoreadas e 40% de sua vazão desviada para o Rio Guandu, visto que o seu curso natural está marcado por diversas represas para fornecimento de água e energia para a população metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, que perfazem um total de 80% do volume total recebido na região”, explica Inês Pandeló.
Será mesmo que a excelentíssima deputada acha que a simples  inscrição resolverá um problema que tende a se tornar algo gigantesco se forem tomadas medidas verdadeiramente eficazes? Eu hein?!

Maria Rita faz a festa na Portela

A Portela promoveu no sábado, 3, mais um grande evento: a primeira Feijoada da Família Portelense de 2015, que teve como principal convidada a cantora Maria Rita. O evento atraiu cerca de 10 mil pessoas à quadra da agremiação. Às 16h, a venda de ingressos foi suspensa e os portões fechados às 19h. Antes de a filha de Elis Regina subir ao palco do Portelão, onde foi recebida por Monarco, líder da Velha Guarda e presidente de honra da escola, o público cantou junto com alguns convidados que deram canja, entre eles Noca e Celso Lopes, dois dos autores do samba da Portela para este ano, Wanderley Monteiro, Zé Roberto, Gabrielzinho do Irajá e Elisa Fernandes, a mais nova afilhada musical de Monarco.
Quando Maria Rita surgiu, levou a plateia ao delírio. Na primeira vez em que pisou na escola, a cantora cantou alguns de seus sucessos, mas incluiu, na participação, dois clássicos bastante conhecidos dos portelenses: “Coração em desalinho”, música da abertura da novela “Insensato Coração”, da TV Globo, de autoria de Monarco e Ratinho; e “Lenço”, de Monarco e Chico Santana. A cantora agradeceu a receptividade e teve, durante todo o tempo em que esteve no palco, a presença do líder da Velha Guarda ao lado dela. Entre os músicos consagrados que acompanharam a apresentação da artista, estavam Mauro Diniz, Paulão Sete Cordas e Marcelinho Moreira. O ator Nando Cunha, a porta-bandeira Selminha Sorriso e a atriz Adriana Lessa também prestigiaram a feijoada.
Fotos Ricardo Almeida e JRicardo/Divulgação 


O palco do teatro Maria Clara machado vai virar arena de judô

Entrando no clima das Olimpíadas, o palco do teatro Maria Clara Machado vai virar arena de judô. Na sexta-feira,  9,  estreia a peça "Um de Nós" idealizada, escrita e interpretada pelo ator Pedro Monteiro (de “Os ruivos”)  - Uma peça livremente inspirada na historia de um judoca Iraniano que aos 8 anos cansou de apanhar do pai por ser mais agitado. Ele  fez então uma promessa para si mesmo: tornar-se um grande lutador, talvez o maior do seu país. No auge dos seus treinos, no entanto, a guerra em 1980 o obriga a lutar por seu país não nos tatames dos Jogos de Moscou, mas nas primeiras fileiras do exército.
Em busca de dar veracidade às cenas de treinos e lutas, o elenco da peça investiu numa preparação forte, que inclui treinos/ensaios  no Instituto Reação, criado pelo judoca Flavio Canto.