segunda-feira, 21 de março de 2016

Marco Luque chega ao Rio com Tamo Junto!

Sucesso de público e crítica, eleito pelo público como melhor comédia Stand Up no Guia da Folha,  jornal Folha de São Paulo, o espetáculo Tamo Junto!,  do humorista Marco Luque chega ao Rio de Janeiro  para duas apresentações no Teatro Bradesco Rio, nos dias 26 e 27.  Na peça, o ator relata de uma forma divertidíssima situações do dia a dia, diferenças entre o homem e mulher, entre muitos outros assuntos do nosso cotidiano.
Durante três anos, Marco Luque apresentou personagens no espetáculo teatral “Terça Insana” que conquistou o público, com o taxista “Silas Simplesmente”, a empregada doméstica Mary Help e o motoboy “Jackson Five”. Na mesma época, foi convidado a integrar a bancada do programa CQC (Custe O que Custar) da Rede Bandeirantes de Televisão. Assim então, criou a sua apresentação solo com o stand up “Tamo junto!”, que está em turnê por todo o Brasil desde 2009 e já levou aos teatros mais de 300.000 pessoas dentre as quase 200 cidades que percorreu.

Lourenço de Bem: comemoração em dose dupla

Para marcar seus 60 anos de vida e 30 de Atelier, o  artista plástico Lourenço de Bem abre no próximo sábado, 26, a exposição CoproFeição. 
A  exposição foi escolhida pelo artista para alcunhar não só o conceito das obras, mas também essa fase de sua vida que considera ser a de maior equilíbrio físico e emocional de sua existência.Trata-se de uma coleção de pinturas e desenhos de uma poética inquestionável, talvez pela capacidade de descrever corpos humanos com tamanha naturalidade e leveza transparecidos nas formas anatômicas, na postura, nos modos e gestos de cada indivíduo – algo emblemático que tão-somente o corpo desnudo e sereno é capaz de proferir.

O resultado de suas pinceladas largas, porém, parcas, leves e transparentes não só revelam as cores precedentes, mas também são aptas para saciar a informação no que se refere a tonificação anatômica de cada corpo, a subjetividade da feição e, porque não dizer, um pouco do que o corpo traduz sobre a personalidade de cada indivíduo. Algo tão sutil quanto a naturalidade ficou cunhado ali em cada tela levando-nos a admirar a excepcionalidade de cada unidade.


Afinal, pode-se considerar que, a unicidade de cada tela provém também do estado de espírito do artista no ato da pintura, do modelo vivo, do clima naquele dia, da paleta de cores usada em cada tela, do arranjo escolhido ou espontâneo, enfim, das diversas conjunturas que diferem uma obra da outra, as tornam tão peculiares e, ao mesmo tempo, dão unicidade e identidade à exposição.