terça-feira, 19 de abril de 2016

Famosos prestigiam lançamento de livro de Flávio Marinho

O dramaturgo e diretor teatral Flavio Marinho lançou nesta segunda-feira, 18,  no Restaurante La Fiorentina, no Leme,  o livro "Teatro é o Melhor Programa". Através dos programas de peças que assistiu entre 1973 e 2014, Flavio apresenta um painel das transformações na criação e produção teatrais, no público, no comportamento e das novas profissões nascidas dentro do teatro ao longo de quatro décadas. Fotos Cristina Granato





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Tributo a Gonzaguinha

A cantora Roberta Spindel e cantor Marcus Brandão fazem temporada "Começaria Tudo Outra Vez – Um Tributo ao Cantor Gonzaguinha", no Paris Show na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, todas sextas de abril, às 21h.
No repertório, os cantores interpretam sucessos do cantor tais como: “De Volta Ao Começo”; “Redescobrir; “Explode Coração”; “Grito de Alerta”; “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”;  “O Homem Chegou” entre outros.

Inauguração de Cine agita shopping

Sheron Menezes foi conferir, na noite desta segunda-feira, 18, a inauguração do Cine Kinoplex Rio Sul. A noite contou ainda com várias socialites e a família Severiano Ribeiro. Fotos Murillo Tinoco
Ruth e Arnaldo Niskier

Glorinha Severiano Ribeiro
 e Gisela Amaral





O Rio de Janeiro continua lindo...governo do Rio nomeou 153 pessoas para cargos comissionados

Enquanto o governo do Rio de Janeiro diz que não tem como cumprir a sentença judicial que obrigado o pagamento em 24 horas dos 137 mil aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro, saiu no D.O.E.R.J: do dia 1º até o dia 14 abril o Governador Francisco Dornelles nomeou 153 pessoas para cargos comissionados na administração do Estado, que receberão salários de R$ 3.000,00 a R$ 25.000,00.

Baia faz show do novo disco A Fúria do Mar

Seguindo a estrada, o cantor Baia faz show do novo CD A Fúria do Mar, dia 30,  no Néctar, em Vargem Grande, no Rio.  Lançado nas plataformas digitais, o álbum  despertou o interesse de toda a mídia com repercussão que extrapolou o universo musical e ecoou nos espaços de cobertura política por conta da polêmica música Suíte Bourbon 1407. Neste blues de toque country, Baia lava a roupa suja da Operação Lava Jato e faz até trocadilho com o nome do juiz federal Sérgio Moro em um dos versos.

Ex-presidente e senador Fernando Collor faz uma analise do grave quadro atual

O senador Fernando Collor(PTC-AL) manifestou o desejo, no plano institucional e como senador, colaborar para que o Brasil  encontre soluções para sair de todas as crises pelas quais passa e, o quanto antes, encontre o seu norte rumo a um porto seguro. A seu ver, é um período que exigirá de todos, sobretudo dos senadores, muito equilíbrio nos atos, moderação nos debates e plena consciência da responsabilidade que os políticos têm com o Brasil. Salientou, a propósito do "degradante momento de nossa história", que a situação econômica do Brasil de hoje é extremamente grave, "ao contrário daquela que deixei no início de outubro de 1992". Frisou, nessa linha, que conseguiu, de forma desabrida e sem receios, estabelecer as bases econômicas para o país seguir adiante, e se desenvolver, se liberalizar e abrir suas portas ao comércio exterior e à nova ordem de um mundo globalizado. "Rompi monopólios e quebrei reservas de mercado. Conseguir, também, plantar as sementes para a tão sonhada estabilidade monetária, com a fixação dos princípios  macroeconômicos que permitiram, logo a seguir, a implantação do plano Real", observou. O ex-presidente e senador disse ter convicção de que em seu governo o Brasil  não retrocedeu em nenhum setor, em nenhuma avaliação relevante, "apesar da abrupta interrupção de meu mandato, o legado foi positivo", garantiu. Para Collor,  o que hoje o Brasil presencia é o aprofundamento de um processo de desgaste politico "que agora chega ao seu ápice, na forma de uma aguda crise que foi gestada e que cresceu, paulatinamente, desde o primeiro mandato do atual governo", asseverou. Disse que há tempos detectou  e alertou para a falta de sincronia, de receptividade e de diálogo do Executivo com o Congresso Nacional. "Sempre procurei manter com o governo uma posição de interlocução institucional. Não só direto com a presidente Dilma, raríssimas vezes, é verdade, e não por minha vontade, mas também com os diferentes ministros da Casa Civil. Tentei levar, ao longo desses anos, minha experiência como ex-presidente e a percepção , como senador, da necessidade de uma maior efetividade nas ações políticas e institucionais com o legislativo, em contraposição a uma menor atuação meramente publicitária junto à população", lamentou, acrescentando: "o tempo  e o presente quadro de degradação do país me deram razão. Ouviram, mas não me escutaram". Collor prosseguiu em suas críticas e avaliações: "O governo aliou-se  a insensibilidade política à fragilidade de uma matriz econômica descabida e insustentável. Desmontou-se uma base política e deteriorou-se uma base fiscal. O Brasil ficou carente não só de politica econômica, mas também de economia política. A crise espraiou-se. A política esvaiu-se e a economia tornou-se caótica". Adiante, o senador sentenciou, antevendo: "levaremos tempo, para resgatar tudo de positivo que foi conquistado pelo Brasil desde sua redemocratização. Mais ainda, levaremos tempo, talvez uma geração inteira, para nos recuperar deste certeiro golpe na população brasileira". Na opinião dele, qualquer que seja o resultado do impeachment, o governo , qualquer que seja, terá que se reinventar. Alertou que o povo não concordará mais com improviso e não aceitará mais amadorismo. "E menos ainda, o fisiologismo que humilha a classe politica. Precisamos recuperar o ânimo, o encanto com a missão politica. Precisamos de um novo Estado. Precisamos de uma nova politica", vaticinou. Collor apresentou, concluindo, em nome do bloco moderador, liderado por ele, uma proposta chamada "Brasil: diretrizes para um plano de reconstrução", inspirado no projeto de reconstrução nacional, que apresentou ao país, em 1991, pela passagem do primeiro aniversário do seu governo. Entre os itens do documento, a implantação do sistema parlamentarista de governo, a valorização e dignificação da educação, cidadania e direitos fundamentais, o Brasil no cenário internacional, defesa nacional, infraestrutura social e reestruturação da economia. Em aparte entusiasmado e otimista de apoio a Collor, o senador Cristovam Buarque mostrou-se satisfeito com o discurso fundamentado e de qualidade do ex-presidente, certo de que as propostas dele serão discutidas com atenção e interesse público pelos senadores e pela população. 

Abandonai toda esperança, de M.R. Terci Livro 1 da trilogia Caídos

O escritor M.R. Terci lança o livro “Abandonai toda a esperança”, de sua trilogia “Caídos”, pela editora Multifoco, nesta terça-feira, 19, a partir das 18h no sebo Baratos da Ribeiro, em Botafogo.
Recebido com críticas positivas pelos blogs especializados em literatura fantástica, o livro prima pela pesquisa histórica que reconstitui Portugal do fim da Idade Média, o Brasil recém-colonizado e a Santa Inquisição, cenários da trama, e pela criativa adaptação do universo gótico e dos elementos do terror fantástico clássico à realidade do século XVI e às magias e oráculo indígenas e luso-brasileiras. A narrativa se passa na masmorra da Abadia do Sagrado Suplício, onde Emanuel está preso, prestes a ser torturado e morto, e decide compartilhar a sua jornada com o jovem inquisidor Pedro. O bruxo, então, rememora desde a infância e a juventude em Portugal, até a descoberta de suas origens, a busca por vingança e poder que o levam à colônia para ver criaturas Inimagináveis, terras estéreis repletas de ossos humanos onde mesmo os necromantes mais experientes têm receio em caminhar.  Não há salvação para Emanuel. Em Caídos, o mal possui forma e nome, podendo ser invocado por aqueles que detém conhecimento suficiente para tanto. A frágil humanidade acredita ter domínio sobre tal poder, mas o simples vislumbre das criaturas por trás dos véus da morte é suficiente para despedaçar a alma de um homem e amaldiçoa-lo a uma existência profana.
A morte ressuscitada, segundo volume da trilogia Caídos, tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2016. Editora Multifoco -  390 Páginas -  Preço: R$ 55,00