quarta-feira, 29 de junho de 2016

Há 17 anos sem lançar CD no Brasil, Evinha chega para apresentar “Uma voz, um piano”

Os versos de “Alguém cantando”, de Caetano Veloso, explicam a ótima escolha da cantora Evinha para abrir seu novo CD, “Uma voz, um piano”. Fora do Brasil há quase 40 anos, ela está no país para lançar, depois de 17 anos, um novo trabalho. O CD foi gravado com o marido, o pianista francês Gérard Gambus, responsável, ainda, pelos arranjos e pela produção musical. E a primeira música do CD é também a que abre o espetáculo que Evinha apresenta no Theatro Net Rio, no próximo dia 5, no lançamento do disco.
No repertório do espetáculo, estão quase todas as canções do novo trabalho lançado pelo selo Des Arts: algumas inéditas – caso de “Aprender com o mar”, de Ivan Lins e Abel Silva, e “Uma ponte entre Rio e Paris”, de Gérard Gambus com letra de Carlos Colla, feita especialmente para ela – e antigos sucessos da carreira de Evinha, como “Cantiga por Luciana” (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), com  a qual ela ficou em primeiro lugar no IV Festival Internacional da Canção em 1969, e “Teletema” (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar). Duas vezes por ano, a cantora vem ao Brasil para matar a saudade da família, dos amigos e dos fãs, já que sempre aproveita para se apresentar por aqui. Aliás, foi num show na capital paulista, ano passado, que surgiu a ideia para o novo CD. O produtor do espetáculo, Thiago Marques Luiz, percebeu a boa receptividade do público para o momento intimista do show, quando Evinha cantava acompanhada somente por Gérard ao piano, e indagou por que o casal nunca havia pensado em um CD só com os dois. Pronto! A semente havia sido plantada. Semente essa que germinou, gerou o CD “Uma voz, um piano”.

História de um homem chamado "Lady Christiny" estreia no Rio com direção de Maria Maya

O ator Alexandre Lino estreia, no próximo dia 8,  o espetáculo “Lady Christiny”, com direção de Maria Maya. A peça é baseada na história da travesti carioca, que nasceu Celso Marques, era cantor, casado com Célia e pai de dois filhos. Até que se apaixonou por um outro rapaz e se tornou Lady Christiny. A peça fica em cartaz de sexta a domingo, até o dia 31 de julho, no Sesc Tijuca.

Dônica e El Toco trazem o som clássico do rock dos anos 60 e 70 para o Rio Novo Rock

Dônica
A sétima edição do Rio Novo Rock que acontece no dia 07 de julho, no Imperator,  volta às raízes sessentistas do rock, com toques de folk e psicodelia. A Dônica já fez algum barulho na mídia por ser o grupo que conta com Tom Veloso, filho do Caetano, no violão. Porém, é o som dos rapazes que vem atraindo seguidores. O resgate do rock progressivo dos anos 70, da música experimental e da MPB, especialmente do Clube da Esquina já levou a Dônica ao Rock in Rio e ao Lollapalooza. Já a El Toco era uma banda de um homem só quando surgiu em São Bernardo do Campo. Um tempinho depois, Daniel Toco veio morar no Rio de Janeiro e estabeleceu a formação clássica do grupo com três amigos. No som da banda influências entre Nação Zumbi e Clara Nunes, latinidades e africanidades, além de mantras e sons espirituais desde budistas tibetanos a hinários.
No intervalo dos shows o nível continua alto, com o rock do Mario Gennari, também conhecido como DJ Bonham. Já as projeções em vídeo ficam a cargo do VJ Miguel Bandeira, que entre o Brasil e Holanda, com seu Live Mapping, vem iluminando palco, pistas, ruas e favelas para nomes de peso como o Festival Rio Sound System, Daniela Mercury, Olodum, Afromandingas, Samba da Maré, Riomapping Festival etc.

Feijoada da Portela receberá Neguinho da Beija-Flor no próximo sábado

A edição de julho da Feijoada da Família Portelense,  acontece no próximo sábado, 2, a partir das 13h, na quadra da agremiação em  Madureira, e terá apresentação da Velha Guarda Show da Portela - sob o comando de Monarco - e participação especial de Neguinho da Beija-Flor. Com mais de 40 anos de carreira, o cantor lembrará seus principais hits e sambas-enredo que marcaram a história do Carnaval.

Dani Barros fará uma nova temporada do monólogo Estamira - Beira do Mundo

Uma catadora de lixo, doente mental crônica, com uma percepção do mundo surpreendente e devastadora. Perfilada no cinema por Marcos Prado, a personagem da vida real foi centro da criação de uma das mais elogiadas peças dos últimos anos, por Dani Barros e pela diretora Beatriz Sayad. O monólogo Estamira – Beira do Mundo fará curta temporada no Teatro Municipal Ziembinski, entre 06 e 29 de julho.