sexta-feira, 8 de julho de 2016

Dica pra noite de hoje

A cantora pop,  Luiza faz participação especial hoje, no show do cantor Wendel Moraes, no Barzin, em Ipanema. No repertório  musicas de Ludmilla, Anitta, além, claro, das canções autorais.  Luiza lança, este mês, o clipe da canção Delirar.

Far From Alaska, Stereophant e Hover fazem show no Dia Mundial do Rock

Far from Alaska
Pode até parecer exagero para alguns, mas para os roqueiros, não tem dia mais sagrado no ano do que 13 de julho. É nele que se comemora o Dia Mundial do Rock! E nada mais apropriado do que celebrar a data em um dos locais mais significativos para o rock do Rio e do Brasil, o Imperator.
A casa do Méier recebe na próxima quarta-feira, às 19h,  as bandas Far from Alaska (RN) e as locais Stereophant e Hover. Além disso, será exibido o curta-rock “Dois leões e outros bichos”.
A potiguar Far from Alaska, com seus quatro anos de carreira, vem para o show no Rio embalada pela premiação no último dia 4, como artista revelação na Midem, uma das maiores feiras da indústria musical do mundo, realizada em Cannes (França).
Nascida no estado do Rio, em Mendes, mas radicada na capital a Stereophant já levou suas letras críticas a palcos tradicionais como Circo Voador e Teatro Odisseia. Ano passado, a canção “O Tempo” teve boa rotação na Rádio Cidade.
Também do interior do estado, de Petrópolis, vem a Hover, trazendo seu rock alternativo melódico, pulsante e enérgico. O primeiro álbum do grupo "Never trust the weather", ainda está fresquinho, foi lançado em março de 2016. Rock e cinema têm uma longa história juntos e o novo rock carioca gerou o curta “Dois leões e outros bichos”, de Luciano Cian. O filme conta a história de Lucas e Zózio Leão, irmãos bateristas que dividem a rua como palco. O documentário revela a cena musical independente do Rio de Janeiro com foco nas bandas que ocupam os espaços públicos para tocar e viver de música.  O evento também vai contar com o som da DJ Priscila Dau, garantia de rock nas carrapetas. Já as projeções em vídeo serão do VJ Miguel Bandeira, presença tradicional nas noites rock do Imperator.  Para completar a festa, durante todo evento, uma feira rock com produtos ligados ao gênero.

As crônicas de medusa

A história começa no réveillon de 2100, quando um navio de cruzeiro cheio de autoridades e líderes mundiais sofre um atentado. A única chance de sobrevivência é desacoplar a bomba que não estourou do casco do navio – mas nenhum humano tem condições físicas de fazê-lo, nem mesmo Falcon. Um pequeno robô que servia bebidas se prontifica para o trabalho e salva o dia. A iniciativa desperta um novo olhar dos seres humanos para as máquinas: com um pouco mais de autonomia, elas podem ser bastante úteis.

Nos anos seguintes, os robôs vão ganhando cada vez mais independência, e um grupo é enviado para extrair minerais do Cinturão de Kuiper – local remoto da galáxia onde humanos não conseguem chegar. Primeiro ciborgue de que se tem notícia, Falcon vive em conflito entre sua essência humana e o pragmatismo de máquina – ele é, portanto, a principal ponte entre os dois universos. Por muito tempo ele treina Adam, o robô mais autônomo, que supervisiona o trabalho em Kuiper.

Mas quando um acidente acontece na usina e várias máquinas são destruídas, algo muda em Adam. Ele não consegue salvar os colegas uma vez que o protocolo de segurança só é autorizado caso vidas humanas estejam em perigo. Experimentando sentimentos de culpa e arrependimento, ele desenvolve algo muito parecido com uma consciência – situação que não foi prevista pelos humanos. O evento é o início de uma relação bastante conturbada entre homens e máquinas, que vai se estender por alguns séculos e terá Falcon como personagem decisivo.  As crônicas de medusa (The medusa chronicles)
 Autores - Alastair Reynolds e Stephen Baxter -  434 Páginas - Preço R$ 49,90 - Tradução: Ronaldo Sergio de Biasi - Editora: Record

Aniversário de taróloga agita condomínio na Barra

Mônica Nakamura, a taróloga e terapeuta holística queridinha da Barra, celebrou seu aniversário de 50 anos,  na tarde desta  quinta-feira, 7,  acompanhada de 120 amigas que lotaram o salão de festas do Condomínio Ocean Front. A decoração ficou por conta de Bianca Bloise e Carol Segreto e o  O Dj Junior Machado fez a mulherada dançar até o fim do evento. Fotos de José Olímpio

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Inusitado 2016 – Bossa Nova Canta Boleros

Idealizado pelo produtor musical André Midani, com o objetivo de proporcionar a artistas renomados novas possibilidades de experimentação criativa, o projeto  Inusitado apresentou, esta semana, na Cidade das Artes, no Rio,  o segundo espetáculo de sua quarta temporada, Bossa Nova Canta Boleros. Roberto Menescal, o diretor Daniel Filho e as cantoras Joyce Moreno e Leny Andrade cantaram sucessos e contaram histórias sobre o bolero, estilo musical que precedeu a bossa nova.
O espetáculo Bossa Nova Canta Boleros reúne canções em português e espanhol que marcaram as décadas de 1950 e 60. Alguns destaques são “Me deixas louca”, a última música gravada por Elis Regina; “Anos dourados”, parceria entre Tom Jobim e Chico Buarque; e sucessos latinos como “La barca”, “Quizás, quizás, quizás”, “Tu me acostumbraste” e “Contigo en la distancia”.
Na plateia estavam o idealizador André Midani, as irmãs Elisa, Olivia e Rita Byington, entre outros. Fotos Cristina Granato
Elisa, Olivia e Rita Byington