quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Quando fui para o divã...



Amanda e Cinthia
Em 2007, quando perdi o meu irmão para um acidente de moto, fui apresentada à terapia. A barra estava pesada demais. Era o meu contato mais forte com a morte. Já tinha tido perdas anteriormente, mas assim, tão avassaladora, nunca. Pensava que iria sentir a dor mais profunda quando meu avô materno partisse, mas quis o destino que meu único irmão fosse primeiro e eu me senti morta em vida.

Então, lá fui eu, para o divã. Na verdade, um sofá. De frente para a minha psicóloga. Nada de costas. Estaria de frente com a querida Lucia Moraes. Ela me ajudou naquele momento em que eu perdi a vontade de viver, mas, ao mesmo tempo, não podia morrer totalmente, pois ainda tinha minha mãe, cuja dor era maior. 

A vida tinha de seguir e, com ela, fui me fortalecendo emocionalmente, crescendo enquanto pessoa e aprendendo o melhor caminho a seguir para me manter forte, porém, sem esquecer a sensibilidade que nos torna humanos. 

Com ela, aprendi a observar os sinais. Sim, eu sentiria meu irmão e a presença dele por meio de sinais, sensações e emoções. Eles falam e nos confortam imensamente. Quase como uma xícara de chocolate quente que vai nos aquecendo enquanto bebemos. Sensação boa e acolhedora. Como abraço de mãe também, com suas asas enormes e protetoras.

Na minha atual fase sigo a terapia com Cinthia Ribeiro. E seu jeito Cinthia de ser tem me encantado. Ela é firme quando tem que ser, me leva aos questionamentos que rondam minha mente e, muitas vezes, já sei a resposta ou saída. Ela também é responsável por eu conseguir me desconstruir aos poucos para uma nova Amanda que quero construir dentro de mim.

Os divãs da Psicologia só têm me feito bem. Arrumo as gavetas do meu ser a cada semana e, no momento em que preciso usar algo delas, consigo vestir o necessário para trilhar este ou aquele caminho. As gavetas a que Lucia Moraes me apresentou e não sei nem se ela sabe que ainda as uso.

Fazer terapia não é coisa de maluco, de quem tem tempo a perder, como já ouvi por aí. É para quem tem tempo a ganhar. E ganhar para si, para a sociedade, para o mundo. Eu só tenho a agradecer a oportunidade de me enfrentar a cada sessão. Porque sempre há algo a falar, a ouvir, a pontuar, a descortinar. Busque esse caminho e você só terá a ganhar. Está na hora de arrumar seu interior. Por onde você quer começar? 

Hananza lança CD “Bem-vindo ao Mundo Daqui”

A cantora e compositora Hananza, comemora 12 anos de carreira com o CD “Bem-vindo ao mundo daqui”. O show de lançamento será neste sábado, 6,  no teatro Solar de Botafogo.
Produzido por Marcus Kenyatta, o álbum traz 08 faixas autorais, 01 regravação e 01 música inédita de Alana de Andrade, irmã da artista.   “Aval” (Hananza/ Marco Lacerda) tem a participação de Max Vianna. A família tem presença dupla com a regravação da linda “Nuvem Negra”, de Djavan, pai de Max.

Elenco de Velho Chico prestigia estreia de Vidas Partidas

Domingos Montagner,  Naura Schneider, Juliana Schalch e todo o elenco do filme Vidas Partidas, do diretor Marcos Schechtman teve  pre estreia, na noite desta terça-feira, 2,  em um shopping da Zona Sul do Rio. Betty Faria, Angelo Antônio, Nelson Freitas, Marina Elali, além de vários companheiros da família dos Anjos, da novela Velho Chico também prestigiaram a noite. Fotos Rogério Fidalgo / Ag. News
Gabriel Leone e Domingos






Ângelo Antônio
Nelson Freitas com a mulher

Família Real da Dinamarca aproveita o Rio

Cercados por um forte esquema de segurança, a Família Real da Dinamarca aproveitou a orla da zona sul do Rio, na manhã desta quarta-feira, 4. O Príncipe Herdeiro Frederik e a Princesa Herdeira Mary, jovem e popular casal herdeiro do trono da Dinamarca, pedalaram no calçadão ao lados dos filhos Christian Valdemar Henri John,  Isabella Henrietta Ingrid Margrethe, Vincent Frederik Minik Alexander e  Josephine Sophia Ivalo Mathilda. Fotos Ag. News