quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Atenção à luz amarela!

Você está feliz da vida, dirigindo seu carro, estrada afora, ouvindo uma musiquinha, respeitando os limites de velocidade, quando se depara com o sinal amarelo. Atenção, ele se tornará vermelho em breve e você será obrigada a parar. Caso contrário, pode acontecer algo ruim: uma colisão, um atropelamento, etc. Então, é melhor reduzir a velocidade e aguardar a luz verde para seguir em frente. 
Como no trânsito, devemos prestar atenção na vida. Há o momento de estar alerta, como a luz amarela indica; o de parar, como a luz vermelha sinaliza; e o de seguir, no verde que se apresenta. E costumo encaixar os sentimentos nessa escala. 
Já me decepcionei muito no campo emocional. Ah, quem nunca, não é mesmo? Justamente porque alguma situação se apresentava em amarelo gritante e eu não via o sinal de alerta e seguia em rente sem medir as consequências. E o que acontecia. Lá na frente eu quebrava a cara e aí sim me lembrava: “Mas o sinal estava amarelo. Por que eu não dei atenção devida?”
E dali para frente me prometia que ao menor sinal da luz amarela pararia com qualquer carrossel de emoções. Ah, mas segui não parando algumas vezes mais e assim fui sofrendo algumas escoriações e, por isso, lembro novamente a necessidade de que temos de valorizar tais sinais.
Lá na frente, ter desrespeitado as “convenções emocionais” poderá lhe causar um dano muito maior do que ter abreviado a corrida. “Mas eu falei que eu ia desconstruir esse ou aquele conceito?” Sim, falou, mas não é da noite para o dia e não depende tão somente de você se vai dar certo ou não.
Mas como a vida é um eterno recomeçar, pode ser que, depois da reciclagem emocional, quando o amarelo ressurgir, você esteja forte para atentar que o melhor é dar aquela paradinha, olhar para um lado, para o outro, ver um caminho melhor e seguir: feliz e esperando a sucessão de faróis verdes que vão lhe apontar o caminho certo ou que foi melhor assim para a mente e para a alma. 
Dirija seu coração da forma mais prudente possível. Uns podem considerá-la chata, acusá-la de falta de emoção, mas só quem sabe como é difícil fazer um pit-stop após uma decepção amorosa é que compreenderá porque você respeita tanto as regras do seu coração. Quem sabe o que é melhor para você, é você mesma. Boa viagem!

Famosos em evento de customização

Felipe Roque, Josie Pessoa, Rafael Sander, Michelle Batista entre outros
prestigiaram evento na loja Diesel, no Shopping Leblon. O evento celebra a chegada do Denim Master Studio na loja. O serviço de customização inédito permite ao consumidor incrementar suas peças de roupas por meio de inúmeras opções de studs e patches, incluindo a frase “Victory is for the Brave”, nas cores verde, azul e amarelo, para entrar no clima esportivo que toma conta do país. Fotos Rogério Fidalgo/Ag. News

A pergunta que não quer calar

Quem circula pelo centro do Rio de Janeiro se pergunta por onde anda toda a  população de rua que vivia nas avenidas Rio Branco, Presidente Vargas  e demais ruas próximas ao Boulevard Olímpico. Até os pivetes que circulavam livremente pelo centro, desapareceram. Será que foram viajar?

Case sobre a Biblioteca Braille do AM ganha prata no prêmio da ABRH-Brasil

No dia 8 de novembro de 1999, a Secretaria de Cultura do Amazonas escrevia as primeiras linhas de uma história que mudaria a vida de mais 100 mil deficientes visuais amazonenses, com a implantação da Biblioteca Braille. Narrativa esta apresentada no case  “Biblioteca Braille do Amazonas: educação, cultura e acessibilidade”, que ganhou notório reconhecimento nacional ao conquistar a prata no “Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia”, da ABRH-Brasil - na modalidade Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social – Empresa.
O prêmio foi entregue ao secretário estadual de Cultura, Robério Braga na tarde desta terça-feira (16), durante o CONARH 2016. “É um momento muito feliz para toda a equipe do Governo do Amazonas. Como um livro aberto para o conhecimento, a Biblioteca Braille vem possibilitando, para muitos, a realização do sonho de ingressar na universidade. Lembrar como tudo começou, dos desafios e conquistas, traz no peito a imensa felicidade de ver que a nossa Biblioteca é um modelo que vem sendo seguido por outros estados. Um trabalho que ultrapassou as fronteiras do Amazonas e que hoje ganha merecido destaque nacional”, declara.
Através do case, foram apresentadas as contribuições práticas da Biblioteca Braille para o desenvolvimento social, com o seu modelo de acessibilidade, capacitação dos técnicos, implantação de programas adequados, apoio aos deficientes visuais no acesso da educação e cultura e suas ações e inovações ao longo dos anos.
Atualmente existem 12 unidades da Biblioteca Braille instaladas em oito municípios: Parintins, Maués, Barreirinha, Urucurituba, Careiro da Várzea, Itacoatiara, Presidente Figueiredo e Nova Olinda do Norte. E no Brasil, foram implantadas sete bibliotecas que são assistidas pela Biblioteca Braille do Amazonas, nas cidades de Imperatriz (MA), Santarém (PA), Palmas (TO), em Porto Velho (RO), Vitória (ES), Fortaleza (CE) e Rio Branco (AC).

O grupo carioca Canto Cego lança seu primeiro álbum ‘Valente’

Criada em 2010, na comunidade da Maré, a banda une o rock e a poesia com arranjos requintados. O show de lançamento do CD, que acontece nesta quinta-feira, 18, no Imperator,  vai apresentar  o álbum na íntegra além de releituras inusitadas da música popular brasileira. Toda a pluralidade da banda está entregue entre as canções de Valente, sem perder o toque visceral que só o rock pode trazer. A bateria contagiante de Ruth Rosa faz a cozinha ao lado do baixo firme e preciso de Magrão somada as diversas texturas de guitarra de Rodrigo Solidade.

Amigos se despendem de Elke Maravilha

O empresário Leleco Barbosa, filho de Chacrinha, foi um dos primeiros a chegar ao velório de Elke Maravilha na manhã desta quarta-feira, 17, no Teatro Carlos Gomes, no centro do Rio. Seguindo um pedido feito por ela antes de ir para o hospital, a família e a equipe de  'Elke Canta e Conta' fez a maquiagem e usou o seu figurino preferido, o vestido na cor ouro velho feito especialmente para o musical. Elke Maravilha morreu nesta quarta-feira, 16, aos 71 anos, após ficar internada por um mês na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul  do Rio. Ela tratava uma úlcera e chegou a ser submetida a uma cirurgia, mas parou de responder ao tratamento. O enterro acontece nesta tarde, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.  Foto Fábio Moreno / Ag. News