quinta-feira, 18 de maio de 2017

Guilherme Schwab faz seu primeiro show solo no Rio nesta sexta

O cantor e compositor Guilherme Schwab, que recentemente deixou o grupo Suricato,  sobe ao palco do Teatro Solar de Botafogo nesta sexta-feira, 19, para apresentar ao publico carioca o novo show “Verdade”, o primeiro em sua nova fase solo. Vencedor do Grammy Latino de melhor disco de rock Brasileiro (2015) com o grupo Suricato, o músico traz na bagagem a experiência de já ter trabalhado ao vivo ou em estúdio com grandes nomes  da música nacional e internacional como Pepeu Gomes, Preta Gil, Erasmo Carlos, Ritchie, Paula Fernandes, Tiago Iorc, Raul Midon, Lies Beijerinck entre outros. No repertório, versões de músicas que influenciaram sua carreira  como “Tocando Em Frente”, de Almir Sater e Renato Teixeira, “Like a Rolling Stone, de Bob Dylan, e “Tinindo Trincando”, dos Novos Baianos, e canções autorais do disco Pangea, que passeia por vertentes como rock, blues, folk, reggae, mantras e sonoridades de várias partes do mundo sempre exploradas por Schwab. Além de guitarra, violão, viola caipira e gaita, alguns instrumentos exóticos como Weissenborn (Violão Havaiano) e Didgeridoo (instrumento dos aborígenes Australianos) são marcas da sonoridade do artista e presença garantida no show que conta com a participação especial do cantor Dan Torres. Guilherme e Dan tocarão juntos “Everything is Changing” da trilha sonora de SOS Mulheres ao Mar 2 e “Blowin’ in the Wind”, de Bob Dylan,  regravada pelos dois para a trilha sonora da novela Sete Vidas.

Impeachmente será mais traumático para a economia do que sofrido por Dilma, avalia economista

“O governo Temer sempre foi visto pelo mercado financeiro nacional e internacional como um governo de transição. Entretanto, a baixa popularidade do chefe de estado era o principal trunfo para o Brasil voltar a decolar. As reformas impopulares, como a da previdência, tendiam a serem aprovadas nas próximas semanas. Com a bomba que acaba de cair sobre Brasília essa possibilidade está praticamente descartada. Bolsa deve despencar e o dólar deve ter fechamento de pelo menos 5%. O risco Brasil, que estava sendo retomado deverá sofrer forte revés. Se este impeachment ocorrer terá mais consequências para o Brasil do que o de Dilma sofreu”, explica Fernando Bergallo, economista e diretor de câmbio da FB Capital.